Acricorte 2026: o maior palco da pecuária do MT em nova edição 

Em 2025, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos e se tornou, pela primeira vez na história, o maior produtor de carne bovina do mundo. Foram 12,35 milhões de toneladas produzidas, exportações com crescimento de 40% em receita e um confinamento que bateu 9,25 milhões de cabeças em 2.445 propriedades. O Mato Grosso está no centro de cada um desses números e, com o maior rebanho bovino do país totalizando 32,8 milhões de cabeças segundo o IBGE, o estado não é apenas o símbolo dessa conquista: é o motor que a sustenta. 

Nos dias 14 e 15 de maio de 2026, parte desse motor se reúne no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, para mais uma edição do Acricorte

Da extensão à inteligência: o próximo passo da pecuária mato-grossense 

Liderar em volume é resultado de décadas de trabalho. O Mato Grosso combina extensão territorial, condições climáticas favoráveis e uma cultura pecuária que atravessa gerações, consolidando-se como referência tanto no mercado doméstico quanto nas exportações. 

Da cria ao confinamento, da recria à terminação, o estado concentra operações de todos os portes, com crescente adoção de tecnologia e protocolos de gestão que já respondem às exigências de mercados internacionais cada vez mais rigorosos e é nesse ambiente que empresas como a Ponta constroem soluções que nascem da operação real do Centro-Oeste. 

O que o recorde de 2025 não revela imediatamente, porém, é que o crescimento da pecuária brasileira ainda depende, em larga medida, de extensão, não de eficiência, e essa fronteira de intensificação inexplorada é ao mesmo tempo o maior desafio e a maior oportunidade do setor nos próximos anos. 

A liderança em volume, já conquistada, não garante a liderança no próximo ciclo, que se define por rastreabilidade, eficiência produtiva e governança. Os principais destinos de exportação não querem mais apenas tonelagem: exigem histórico do animal, conformidade sanitária e previsibilidade de qualidade como pré-requisitos de acesso, de forma que o que antes era diferencial virou entrada obrigatória no jogo. 

Diante disso, o debate sobre sustentabilidade, tecnologia e gestão econômica deixa de ser assunto de vanguarda e passa a ser condição de permanência no mercado. É nesse contexto que o Acricorte 2026 encontra seu propósito, e é por isso que o evento importa além das fronteiras do MT. 

A Acrimat e o que significa representar o criador mato-grossense 

Presente nesse cenário há mais de cinco décadas, a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) foi fundada em 17 de setembro de 1970 e, desde então, reúne criadores, representa seus interesses junto aos diferentes níveis de governo e conecta produtores às informações, tecnologias e parcerias que movem a atividade. 

Com cerca de 3 mil associados e atuação em 13 regiões-polo do estado, a entidade funciona como elo entre o campo e os agentes que moldam o ambiente da pecuária mato-grossense. Cada região conta com representantes eleitos pelos próprios criadores. 

Diagnósticos atualizados anualmente transformam as demandas dos produtores em projetos concretos: iniciativas de capacitação, programas de rastreabilidade, ações de sanidade e eventos de transferência de tecnologia compõem o portfólio de ação da Acrimat e é dessa missão de integrar, capacitar e fortalecer a cadeia produtiva que nasce o Acricorte. 

acricorte 2026 - evento 2023

O Acricorte: da primeira edição ao maior palco da pecuária do MT 

Em 2019, a Acrimat lançou o Acricorte com um objetivo definido: levar conhecimento, discussões e tecnologias aos pecuaristas, integrando a cadeia produtiva da carne. 

A proposta combinava palestras técnicas com uma feira de negócios, permitindo que produtores avaliassem de perto as soluções disponíveis para a atividade, e já na estreia o evento reuniu profissionais de diferentes elos da cadeia e confirmou a demanda por um encontro especializado em pecuária de corte no Centro-Oeste. 

A interrupção em 2020 e 2021, em decorrência da pandemia, não enfraqueceu o projeto, e o retorno em 2022 confirmou a relevância do encontro, que voltou com público expressivo e programação ampliada. 

A partir daí, as edições de 2023, 2024 e 2025 transformaram o Acricorte como referência nacional, e em 2024 o evento se consolidou oficialmente como o maior encontro técnico da pecuária de corte do Brasil, reunindo palestrantes, empresas de tecnologia, analistas de mercado e produtores num ambiente de troca intensa e qualificada. 

A sexta edição acontece nos dias 14 e 15 de maio de 2026, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá/MT, com expectativa de 4.000 participantes. O formato se mantém consolidado: quatro blocos de palestras, workshop e feira de negócios. 

A programação conta com nomes como Clóvis de Barros Filho, Caio Coppolla, Ricardo Salles e Fábio Padovani, entre outros, e a edição de 2026 se organiza em torno de três eixos, sustentabilidade, tecnologia e gestão econômica, num momento em que o setor enfrenta desafios climáticos concretos: a seca severa e os efeitos do El Niño projetados para o ano tornam a pauta ainda mais urgente e os debates ainda mais necessários.  

No evento, a sustentabilidade entra não como pauta ambiental isolada, mas como variável integrada à rentabilidade, discutindo rastreabilidade, bem-estar animal e conformidade de produção dentro de uma cadeia que precisa provar sua qualidade para o mercado externo.  

A tecnologia ocupa o segundo eixo, com empresas e especialistas mostrando ao vivo as soluções que transformam dado em decisão dentro da porteira. A Ponta estará nesse espaço, com a inteligênc.IA disponível para ser experimentada ao vivo. 

Já a gestão econômica fecha o tripé, com análises de custo, cenário de abate, dinâmica de reposição e estratégias para proteger margem num mercado que exige cada vez mais respostas ágeis e certeiras.  

Por que o Acricorte 2026 não pode ficar fora da sua agenda? 

Eventos como o Acricorte funcionam como aceleradores de decisão. O que, no dia a dia da operação, levaria meses para ser avaliado se comprime em dois dias. 

O analista que detalha os vetores do mercado na palestra da manhã é o mesmo que, no estande da tarde, responde perguntas sobre os dados que acabou de apresentar, e a tecnologia que era apenas referência numa conversa de corredor passa a ser avaliada ao vivo, com o time técnico disponível para simular cenários com dados próximos da realidade da operação. 

Há ainda uma conta que poucos fazem: o custo de não estar em Cuiabá. O pecuarista mato-grossense que passa dois dias no Acricorte volta para a operação com uma leitura de mercado que o vizinho ainda não tem, com uma tecnologia que já avaliou ao vivo enquanto o outro ainda está em fase de pesquisa e com conversas que podem mudar o custo de um giro antes mesmo de o giro começar. 

É que o Acricorte reúne, num mesmo espaço, o maior rebanho do Brasil e as pessoas que entendem como transformá-lo em resultado. Não estar lá é deixar essa conversa acontecer sem você. 

Mercado, custo e giro: o cenário que muda enquanto a operação roda 

O Acricorte concentra, em dois dias, a leitura qualificada das variáveis que definem a margem do próximo giro: custo de alimentação, preço do boi gordo, dinâmica de reposição e cenário de abate. 

O recorde de 2025 virou o piso de amanhã: o mercado absorve o volume, normaliza e passa a exigir mais. Os principais destinos de exportação já exigem rastreabilidade, conformidade sanitária e previsibilidade de qualidade como pré-requisitos de acesso, e o maior comprador do mundo pode travar o fluxo a qualquer momento por falta de comprovação, num cenário que não é hipotético, mas sim o ambiente em que a pecuária brasileira opera hoje. 

O que os eventos entregam, com uma densidade que nenhum outro canal consegue replicar, é a leitura das variáveis por trás do número. O analista que explica a curva de abate dos últimos doze meses, o que isso sinaliza para a oferta no segundo semestre e como o diferencial de base entre praças está se comportando, está respondendo às perguntas de quem está sentado à sua frente, com a realidade de uma operação específica em mente, e essa informação, quando chega cedo, muda o timing de compra de boiada, a decisão de travar ou não o preço do boi gordo e o cálculo de margem que sustenta, ou não, o próximo giro. 

acricorte 2026 - eventos passados

O que muda quando a fazenda para de coletar dado e começa a enxergá-lo? 

A maioria das fazendas não tem problema de dado. Tem problema de dado fragmentado: planilha do nutricionista, caderno do tratorista, sistema do escritório e WhatsApp do gerente são fontes de verdade que não se falam. 

O custo desse desalinhamento raramente aparece na planilha de custo, mas aparece no resultado: conversão que poderia ter sido melhor, lote que saiu dez dias atrasado, rendimento de carcaça 1% abaixo do potencial. São números que não entram no relatório mensal como perdas por falta de tecnologia, mas que se acumulam ciclo a ciclo. 

Uma variação de 1% no rendimento de carcaça equivale a US$ 25 por cabeça, e em um lote de 10 mil animais, uma única decisão bem tomada, com dado na mão, representa US$ 252 mil, ao passo que as variáveis que movem esse número já acontecem de qualquer forma na fazenda e a diferença está apenas em se acontecem com informação ou no achismo e é o que a Ponta já faz em mais de 6,1 milhões de animais gerenciados, transformando dado fragmentado em decisão integrada. 

O Acricorte oferece o espaço para avaliar tecnologia ao vivo, para fazer a pergunta certa para quem já implementou e para entender o payback real dentro da escala da operação, e esse tipo de avaliação encurta meses de processo decisório, transformando a presença no evento em investimento com retorno mensurável. 

O networking que não tem plataforma 

Há uma dimensão do Acricorte que não aparece na programação oficial: o que acontece nos corredores, nas mesas de almoço e entre uma sessão e outra. 

Um pecuarista que resolveu um problema de controle de estoque compartilha como fez, um fornecedor menciona uma condição de compra que o canal habitual nunca ofereceu e uma parceria que reduziria o custo de um giro começa numa troca de dez minutos, porque boa parte das parcerias comerciais, dos ajustes de fornecimento e das trocas de modelo de gestão que movem operações começa nesse espaço informal, sem pauta e sem hora marcada. 

Circular no Acricorte com perguntas definidas transforma esse ambiente em consultoria coletiva com dezenas de profissionais que enfrentam os mesmos gargalos, e o corredor rende tanto quanto a palestra para quem sabe o que quer descobrir. 

A Ponta no Acricorte 2026: chegando à 4ª participação em 6 edições 

Tudo que foi descrito até aqui, o mercado que exige mais, o dado que precisa virar decisão e a tecnologia que só o presencial permite avaliar de verdade, é o que a Ponta leva ao Acricorte 2026.  

Das seis edições do evento, a Ponta participou de três e chega agora à quarta, e essa presença recorrente tem uma razão direta: o Mato Grosso é um estado onde a pecuária exige exatamente o que a Ponta se propõe a entregar, ou seja, inteligência de gestão, integração de dados e tecnologia que funciona dentro da operação. 

O destaque desta edição é a nossa inteligênc.IA, disponível para ser experimentada ao vivo no stand, sob o conceito que guia toda a presença da Ponta no Acricorte 2026: “O que você quer descobrir sobre a sua fazenda hoje?” Uma pergunta que está longe de ser apenas retórica. 

A nossa inteligênc.IA nasceu de dentro da operação real, alimentada por mais de 6,1 milhões de animais gerenciados pela plataforma Ponta, em fazendas de diferentes portes e regiões de todo o Brasil. Esse é o banco de dados mais robusto já construído sobre a pecuária intensiva brasileira, e é ele que torna a IA possível. Sem esse histórico, seria especulação. Com ele, é decisão fundamentada. 

acricorte 2026 - eventos passados

Enquanto a maioria das fazendas ainda opera na camada descritiva, respondendo à pergunta de o que aconteceu, a nossa inteligênc.IA já atua nas camadas seguintes: por que aconteceu, o que vai acontecer e o que fazer antes que aconteça, de modo que o produtor e o gestor passam a conversar com a própria base de dados da operação, extraindo respostas em linguagem natural a partir do histórico real, sem depender de relatório manual e sem esperar o fechamento do mês. 

O que essa mudança representa em resultado concreto é mensurável: desvios que passariam meses invisíveis ficam visíveis em tempo real, o momento de venda deixa de ser percepção e passa a ser orientado pelo desempenho real do lote, e a decisão de montar mais um giro, de travar o preço do insumo ou de ajustar a dieta deixa de depender do achismo e passa a depender do que o dado diz, e o dado diz com clareza, com antecedência e com precisão o suficiente para mudar o resultado do giro. 

No stand, o time de especialistas da Ponta estará presente para conduzir cada conversa. Quem chegar com uma dúvida real sobre a operação vai sair com uma resposta fundamentada em dados, e quem chegar com curiosidade vai entender, na prática, o que significa ter inteligência artificial dentro do confinamento: é a oportunidade de conversas francas com quem conhece a tecnologia e o setor, sem intermediários e sem roteiro fechado. 

Além disso, quem passar pelo stand poderá baixar o Aquecimento do Report Confinamento 2026, uma prévia exclusiva construída a partir da maior base de dados da pecuária intensiva brasileira, com dados técnicos e estratégicos, gráficos e tabelas exclusivas extraídos de plataformas atualizadas diariamente e assinados por especialistas do setor.  

O material responde às perguntas que mais pesam no planejamento da temporada: vale a pena confinar no Brasil? TIP ou confinamento, qual sistema entrega mais lucro? Qual o verdadeiro impacto do ágio? Como variam os custos nutricionais por região? O time da Ponta estará lá em peso para conversar sobre esses números, cruzar os dados do Report com a realidade de cada operação e ajudar o pecuarista a transformar a leitura em decisão concreta para o segundo semestre. 

Assim, se o Acricorte é onde a pecuária brasileira para, pensa e decide, o Mato Grosso, com o maior rebanho do país, não poderia ser palco mais legítimo. E quando produtores, especialistas e tecnologia se encontram para discutir gestão, mercado e o que vem pela frente no confinamento, é exatamente onde a Ponta estará.  

Te esperamos em Cuiabá!  

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